
terça-feira, outubro 30, 2007
segunda-feira, outubro 29, 2007
quinta-feira, outubro 25, 2007
Fim de uma vida...
O que faz o gesto dramático?
O que faz a cabeça sem rumo?
Uma noite sem fim
uma vida sem fio de prumo...
Acabou a sua vida de maneira trágica, sem o conhecer fica a imagem de alguém sério consigo mesmo e com a vida. Daniel Josué, fica-nos na boca o sabor amargo da incerteza e da saudade. Não foste meu amigo mas a tua recordação fica na memória. Requiem in pace...
O que faz a cabeça sem rumo?
Uma noite sem fim
uma vida sem fio de prumo...
Acabou a sua vida de maneira trágica, sem o conhecer fica a imagem de alguém sério consigo mesmo e com a vida. Daniel Josué, fica-nos na boca o sabor amargo da incerteza e da saudade. Não foste meu amigo mas a tua recordação fica na memória. Requiem in pace...
segunda-feira, outubro 22, 2007
quinta-feira, outubro 18, 2007
Uma vida
Crónica do DN de hoje:
Espero que não se importem de aqui colocar este texto mas muito me impressionou!
Em nome da burocracia da morte, perguntam-me se deixaste testamento. Um papel escrito? Não, acho que não. Gostava de poder responder ao atencioso funcionário que o teu mais valioso legado é intangível.
"Morrer é só não ser visto", escreveu Pessoa. Não te vejo, mas escrevo. Queria escrever sobre a paternidade, o valor de ter pai, em vez do valor de ser pai. Ver, agora, essa relação pelo meu lado, como um nó cego atando as nossas vidas, tempo após tempo, até já nenhum de nós ser novo - eu avó, tu bisavô. E dizer deste sentimento de orfandade, de ter sido atirada para a linha da frente, sem essa retaguarda que construíste para nos proteger. Dizíamos sempre que só se educa pelo exemplo. Porque só o exemplo é atestado da coerência da nossa própria vida.
Por isso, pensar no que fui e no que sou é, também, um espelho de nós os dois. O que ficou tão claro e tão nítido, agora que te não vejo.
Foste um homem de fé. Fé em Deus, mas também (ou por isso mesmo) fé na condição humana, fé na capacidade de melhorarmos o mundo, de mudarmos as coisas, de fazer mais e melhor. Não eras um voluntarista mas um empreendedor laborioso, um homem de convicções e causas. A elas deste, em partes iguais, a tua auto-exigência e a tua coragem.
Nunca ter medo do medo foi o que me ensinaste logo na infância. Foste um homem justo, esse complicado equilíbrio entre a razão e as razões dos outros, sem preconceitos ou verdades definitivas, porque a tua firmeza, naquilo que realmente importava, nunca dependeu de dogmatismos. Tinhas um enorme sentido do bem comum e da causa pública, que serviste de modo tão meticuloso como empenhado.
Ensinaste-nos o amor pelo grande e pelo pequeno; o respeito por tudo o que era importante; o exercício da disciplina e da resistência; a ganhar com humildade e a perder com dignidade; a preservar o bem maior da liberdade, recusando os enfeudamentos espúrios; e a nossa cabeça sempre levantada. Porque eras forte nunca foste violento e a tua autoridade prescindiu de qualquer arbitrariedade.Foste um português orgulhoso de o ser. Acreditavas no destino desta terra com palavras e actos. Foste um agregador de pessoas muito diversas e entrosavas os entusiasmos em torno de projectos e realizações.
Foste um homem de todas as gerações, classes sociais e raças, com amigos espalhados pelo mundo, humildes e poderosos, sem distinção na lealdade com que construíste tantas e tão duradouras amizades.Mas foste, igualmente, um homem cheio de sentido de humor, de graça, de ironia fina. E um homem do teu tempo, informado e atento, de leitura constante, aberto às ideias e à sua discussão. Educaste-nos, indiferente às regras então estabelecidas, à distinção de estatuto entre rapaz e rapariga, considerando-nos aptas para tudo: as brincadeiras da infância, o desporto, as leituras, as viagens, os estudos ou as escolhas profissionais. Gostavas de nos estimular com acesas trocas de opinião sobre os mais variados temas, puxando por nós na argumentação, no gosto pela polémica, na defesa dos nossos pontos de vista.Em todos os momentos importantes da minha vida, nas grandes decisões, fui ouvir-te.
Nunca me deixaste fazer batota. O certo e o errado, ao pé de ti, tornavam-se claros e incontornáveis.
Até adoeceres, foste esse pai da infância, da adolescência, da idade adulta, sempre ali, acompanhando o que a vida foi fazendo com cada um de nós. No momento em que deixei de te poder ver, senti a urgência de agradecer-te por esta herança, que não consta de nenhum documento e pelas memórias que inundam a minha cabeça: o tapete de linóleo com os jogos desenhados, o carro a pedais pintado de azul, o trapézio e as argolas, a fisga, a pressão de ar, o cão, a Margot Fonteyn e Nureyev no meu primeiro Lago dos Cisnes, a frisa no S. Luiz, os passeios de barco, a viagem à Europa por minha conta e risco que nenhum outro pai, nessa época, teria permitido. E, porque tu foste esse pai atento ao detalhe e à surpresa, agradecer-te também as "delícias" da Bijou, os chocolates da Arcádia e as nozes e as "joaninhas" do Faz-Tudo, que tu trazias para casa, ao fim do dia, chamando: "Meninas, meninas!"Adeus, a Deus...*
Maria José Nogueira Pinto escreve sobre o pai, Luís Avilez, que faleceu no passado domingo, dia 14 de Outubro
Espero que não se importem de aqui colocar este texto mas muito me impressionou!
Em nome da burocracia da morte, perguntam-me se deixaste testamento. Um papel escrito? Não, acho que não. Gostava de poder responder ao atencioso funcionário que o teu mais valioso legado é intangível.
"Morrer é só não ser visto", escreveu Pessoa. Não te vejo, mas escrevo. Queria escrever sobre a paternidade, o valor de ter pai, em vez do valor de ser pai. Ver, agora, essa relação pelo meu lado, como um nó cego atando as nossas vidas, tempo após tempo, até já nenhum de nós ser novo - eu avó, tu bisavô. E dizer deste sentimento de orfandade, de ter sido atirada para a linha da frente, sem essa retaguarda que construíste para nos proteger. Dizíamos sempre que só se educa pelo exemplo. Porque só o exemplo é atestado da coerência da nossa própria vida.
Por isso, pensar no que fui e no que sou é, também, um espelho de nós os dois. O que ficou tão claro e tão nítido, agora que te não vejo.
Foste um homem de fé. Fé em Deus, mas também (ou por isso mesmo) fé na condição humana, fé na capacidade de melhorarmos o mundo, de mudarmos as coisas, de fazer mais e melhor. Não eras um voluntarista mas um empreendedor laborioso, um homem de convicções e causas. A elas deste, em partes iguais, a tua auto-exigência e a tua coragem.
Nunca ter medo do medo foi o que me ensinaste logo na infância. Foste um homem justo, esse complicado equilíbrio entre a razão e as razões dos outros, sem preconceitos ou verdades definitivas, porque a tua firmeza, naquilo que realmente importava, nunca dependeu de dogmatismos. Tinhas um enorme sentido do bem comum e da causa pública, que serviste de modo tão meticuloso como empenhado.
Ensinaste-nos o amor pelo grande e pelo pequeno; o respeito por tudo o que era importante; o exercício da disciplina e da resistência; a ganhar com humildade e a perder com dignidade; a preservar o bem maior da liberdade, recusando os enfeudamentos espúrios; e a nossa cabeça sempre levantada. Porque eras forte nunca foste violento e a tua autoridade prescindiu de qualquer arbitrariedade.Foste um português orgulhoso de o ser. Acreditavas no destino desta terra com palavras e actos. Foste um agregador de pessoas muito diversas e entrosavas os entusiasmos em torno de projectos e realizações.
Foste um homem de todas as gerações, classes sociais e raças, com amigos espalhados pelo mundo, humildes e poderosos, sem distinção na lealdade com que construíste tantas e tão duradouras amizades.Mas foste, igualmente, um homem cheio de sentido de humor, de graça, de ironia fina. E um homem do teu tempo, informado e atento, de leitura constante, aberto às ideias e à sua discussão. Educaste-nos, indiferente às regras então estabelecidas, à distinção de estatuto entre rapaz e rapariga, considerando-nos aptas para tudo: as brincadeiras da infância, o desporto, as leituras, as viagens, os estudos ou as escolhas profissionais. Gostavas de nos estimular com acesas trocas de opinião sobre os mais variados temas, puxando por nós na argumentação, no gosto pela polémica, na defesa dos nossos pontos de vista.Em todos os momentos importantes da minha vida, nas grandes decisões, fui ouvir-te.
Nunca me deixaste fazer batota. O certo e o errado, ao pé de ti, tornavam-se claros e incontornáveis.
Até adoeceres, foste esse pai da infância, da adolescência, da idade adulta, sempre ali, acompanhando o que a vida foi fazendo com cada um de nós. No momento em que deixei de te poder ver, senti a urgência de agradecer-te por esta herança, que não consta de nenhum documento e pelas memórias que inundam a minha cabeça: o tapete de linóleo com os jogos desenhados, o carro a pedais pintado de azul, o trapézio e as argolas, a fisga, a pressão de ar, o cão, a Margot Fonteyn e Nureyev no meu primeiro Lago dos Cisnes, a frisa no S. Luiz, os passeios de barco, a viagem à Europa por minha conta e risco que nenhum outro pai, nessa época, teria permitido. E, porque tu foste esse pai atento ao detalhe e à surpresa, agradecer-te também as "delícias" da Bijou, os chocolates da Arcádia e as nozes e as "joaninhas" do Faz-Tudo, que tu trazias para casa, ao fim do dia, chamando: "Meninas, meninas!"Adeus, a Deus...*
Maria José Nogueira Pinto escreve sobre o pai, Luís Avilez, que faleceu no passado domingo, dia 14 de Outubro
quarta-feira, outubro 17, 2007
intimidade/público
Acho que não fui feito para a intimidade! Não sou capaz de ser intímo, ou pelo menos, não sei marcar a intimidade de ninguém. Afasto-me e sou amigo; mas ser intímo? chego a esta idade a perceber que não sou e nunca fui intímo de ninguém. Quererei? apetecer-me-á? claro que sim! Porém, sê-lo, nunca fui!
A intimidade pede saber quem está ao nosso lado e entrar no seu interior.
Será que a minha vocação é ser público? ou seja, ser político no sentido da relação pública. E os momentos de intimidade serem pequenos e de satisfação? Poderá ser a melhor saída para quem afinal não é intímo de ninguém.
Não é ser amigo... é outra coisa! Ser próximo e nao ser intímo. Esta não me apetece revelar toda ou a uma pessoa só.
A intimidade pede saber quem está ao nosso lado e entrar no seu interior.
Será que a minha vocação é ser público? ou seja, ser político no sentido da relação pública. E os momentos de intimidade serem pequenos e de satisfação? Poderá ser a melhor saída para quem afinal não é intímo de ninguém.
Não é ser amigo... é outra coisa! Ser próximo e nao ser intímo. Esta não me apetece revelar toda ou a uma pessoa só.
Vidas
Várias coisas que se passaram neste últimos dias:
- o meu aniversário (argh) "Every life is a profession of faith"
- a moda lx onde estive a trabalhar no gabinete de imprensa
Correu tudo bem, melhor que eu esperava e toda a equipa ficou a gostar de mim, com elogios rasgados. Estes deixaram-me sem fala e com a sensação de exagero. Chamaram-me o Céu por um episódio passado na recepção!
Mas, hoje, tenho a sensação que não sou. Como todo o homem que anda nesta terra, cheio de sentimentos contraditórios. Inveja e ciúme também.
Estou a remoer o lançamento do livro e sinto que não fiz o que era melhor e nem tive oportunidade disso. E, também, a sensação de ser menos valorizado até pelos amigos... o livro não é levado a sério. Fiquei lixado com o lançamento... soube-me mal e não quero mais! E, sem dinheiro, novamente não faço nada.
Estranhos pensamentos para quem veio "realizado" de outro evento mas, de certo modo, vejo como podia ter sido. Não sou o céu, hoje nem nunca. Estou frustado isso sim e cada vez mais materialista; o dinheiro ajuda muito.
- o meu aniversário (argh) "Every life is a profession of faith"
- a moda lx onde estive a trabalhar no gabinete de imprensa
Correu tudo bem, melhor que eu esperava e toda a equipa ficou a gostar de mim, com elogios rasgados. Estes deixaram-me sem fala e com a sensação de exagero. Chamaram-me o Céu por um episódio passado na recepção!
Mas, hoje, tenho a sensação que não sou. Como todo o homem que anda nesta terra, cheio de sentimentos contraditórios. Inveja e ciúme também.
Estou a remoer o lançamento do livro e sinto que não fiz o que era melhor e nem tive oportunidade disso. E, também, a sensação de ser menos valorizado até pelos amigos... o livro não é levado a sério. Fiquei lixado com o lançamento... soube-me mal e não quero mais! E, sem dinheiro, novamente não faço nada.
Estranhos pensamentos para quem veio "realizado" de outro evento mas, de certo modo, vejo como podia ter sido. Não sou o céu, hoje nem nunca. Estou frustado isso sim e cada vez mais materialista; o dinheiro ajuda muito.
terça-feira, outubro 09, 2007
segunda-feira, outubro 08, 2007
Só fizemos aquilo que era devido
A sensação das opções tomadas, é, sem a menor dúvida, a mais pesada que cada homem e mulher tem na vida. "Nada fizemos senão o que era devido", ou seja, dizer no final que fizemos o que deviamos ter feito. Realizamos o que tinhamos de realizar.
Mas, a dor das opções, pesa mais que as consequências. Ouvia, ontem, o Evangelho e pensava nisso. Optei bem? Fiz o que devia? Mas, no metro, pela manhã, olhava os "colegas" passageiros e pensava se todos nós sabemos viver com as opções tomadas. Servos inúteis?
Mas, a dor das opções, pesa mais que as consequências. Ouvia, ontem, o Evangelho e pensava nisso. Optei bem? Fiz o que devia? Mas, no metro, pela manhã, olhava os "colegas" passageiros e pensava se todos nós sabemos viver com as opções tomadas. Servos inúteis?
quarta-feira, outubro 03, 2007
segunda-feira, outubro 01, 2007
Moda Lisboa - Estoril

11 / 12 / 13 / 14 OUTUBRO 07CIDADELA DE CASCAISVERÃO / SUMMER 2008
QUINTA, 11 DE OUTUBRO
QUINTA, 11 DE OUTUBRO
19h00 - Luís Buchinho
20h00 - aforest-design
21h00 - Katty Xiomara
22h00 - Filipe Faísca
SEXTA, 12 DE OUTUBRO
18h30 - L’Oréal Professionnel by Lúcia Piloto
19h30 - Dino Alves
20h30 - Isabela Capeto GUEST DESIGNER
21h30 - Alexandra Moura
22h30 - Miguel Vieira
SÁBADO, 13 DE OUTUBRO
12h00 - José António Tenente
15h30 - Ana Salazar
16h30 - Pedro Mourão
17h30 - White Tent
18h30 - Aleksandar Protich
19h30 - Lidija Kolovrat
21h00 - Lion of Porches
22h00 - Maria Gambina
DOMINGO, 14 DE OUTUBRO
15h00 - Lara Torres
16h00 - Ricardo Dourado
17h00 - Nuno Gama
18h00 - Anabela Baldaque
19h00 - Ricardo Preto
20h00 - ADD.UP - Osvaldo Martins
21h00 - Nuno Baltazar
quinta-feira, setembro 27, 2007
Mania de Deslumbramento
Acho que é algo próprio de um povo fechado e "pequeno", deslumbrar-se por uma figura! Só queremos é VIPs e "D. Sebastiões"... interrompe-se um serviço noticioso para dar em directo a chegada de quem? do Mourinho.... qual noite de nevoeiro. Isto é assustador.
sexta-feira, setembro 21, 2007
Casa Decor

Situada na zona nobre da cidade, este ano, a Casa Decor mostra-se com uma perspectiva interessante. Em pleno prédio pombalino, leva-nos a múltiplas escadas e subidas (descidas). Porém, demasiado damasco!!! Talvez pouca imaginação salvo honrosas excepções. Podem afirmar "É tendência" que eu direi "É demais".
quarta-feira, setembro 19, 2007
Palavras amigas
Estávamos na década de 90 do século passado quando começaram a aparecer por cá uns tijolos arrepiantes de levar ao ombro, com quilos de peso, usados fundamentalmente por jornalistas e empresários de gabarito: os primeiros telefones móveis.
Mas estes objectos só puderam merecer a abreviatura de telemóvel anos mais tarde, embora mesmo assim ainda fossem demasiado caros para o cidadão comum; e o peso e o tamanho impedissem ainda qualquer veleidade de generalização.
O resto da história, conhecemo-la todos: os telebichos encolheram drasticamente, de preço e de aparato, vieram os mimos e as vitaminas, depois as sms e as mms, a Internet… e arrisco dizer que nesta sala haverá provavelmente tantos telemóveis quantas as pessoas. Se não mais.
As vidas pessoais e profissionais dos mortais mais insuspeitos já não passam sem toda esta mobilidade, este aparato do estar obrigatoriamente sempre lá, sempre mais perto do que é supostamente importante.
Se houver bateria e cobertura, todas as novidades, boas e más, ou simplesmente assim-assim, podem chegar-nos à orelha. Em directo, através de mensagens de voz ou mensagens escritas – e hoje até, se quisermos, em chamadas de voz já com vídeo.
Pois foi para este cabaret de falatório que saltou do convento, há alguns anos, o nosso autor de hoje. E a dita vida real não lhe escapou ao espírito observador e inquisidor, nem ao humanismo com que fundou o seu edifício de relações sociais.
Nestas suas 3 estórias que agora podemos conhecer, como nas histórias de tantas outras "Ritas", "Bernardos" e "Augustas" com quem nos cruzamos, no ritmo alucinante desta Lisboa – ou de outra qualquer cidade do planeta – há vidas feitas de imprevisto, de alegrias, de tristezas. De fachadas falsas e muralhas fechadas que, por mais altas e impenetráveis que sejam, podem por vezes ser derrubadas com uma simples frase.
E neste mundo de hoje, onde a palavra pode viajar por telemóvel no segundo, sem cuidados, sem burilamentos e sem frente-a-frentes, os sentimentos do outro podem, à distância, ser tão descartáveis quanto uma bateria de lítio. E um pequeno objecto tecnológico ganha o poder imenso de juntar, umas vezes; e romper, outras.
Hoje, o telemóvel não é agente passivo da mudança. E força-a em pequenos circuitos interpessoais, mesmo que a vida, genericamente falando e como o João refere com subtil ironia – “continue o ritmo normal, sem percalços a nível nacional e mundial”.
3 Estórias Móveis não vem agitar o país nem o mundo.
Mas agitou o autor a ponto da urgência despretensiosa de soltar histórias de vidas guardadas onde todos nós, como peças de puzzle, podemos encaixar um dia, com mais ou menos ajustes.
Faremos bem, em apreciar estas.
E que venham as próximas.
Mas estes objectos só puderam merecer a abreviatura de telemóvel anos mais tarde, embora mesmo assim ainda fossem demasiado caros para o cidadão comum; e o peso e o tamanho impedissem ainda qualquer veleidade de generalização.
O resto da história, conhecemo-la todos: os telebichos encolheram drasticamente, de preço e de aparato, vieram os mimos e as vitaminas, depois as sms e as mms, a Internet… e arrisco dizer que nesta sala haverá provavelmente tantos telemóveis quantas as pessoas. Se não mais.
As vidas pessoais e profissionais dos mortais mais insuspeitos já não passam sem toda esta mobilidade, este aparato do estar obrigatoriamente sempre lá, sempre mais perto do que é supostamente importante.
Se houver bateria e cobertura, todas as novidades, boas e más, ou simplesmente assim-assim, podem chegar-nos à orelha. Em directo, através de mensagens de voz ou mensagens escritas – e hoje até, se quisermos, em chamadas de voz já com vídeo.
Pois foi para este cabaret de falatório que saltou do convento, há alguns anos, o nosso autor de hoje. E a dita vida real não lhe escapou ao espírito observador e inquisidor, nem ao humanismo com que fundou o seu edifício de relações sociais.
Nestas suas 3 estórias que agora podemos conhecer, como nas histórias de tantas outras "Ritas", "Bernardos" e "Augustas" com quem nos cruzamos, no ritmo alucinante desta Lisboa – ou de outra qualquer cidade do planeta – há vidas feitas de imprevisto, de alegrias, de tristezas. De fachadas falsas e muralhas fechadas que, por mais altas e impenetráveis que sejam, podem por vezes ser derrubadas com uma simples frase.
E neste mundo de hoje, onde a palavra pode viajar por telemóvel no segundo, sem cuidados, sem burilamentos e sem frente-a-frentes, os sentimentos do outro podem, à distância, ser tão descartáveis quanto uma bateria de lítio. E um pequeno objecto tecnológico ganha o poder imenso de juntar, umas vezes; e romper, outras.
Hoje, o telemóvel não é agente passivo da mudança. E força-a em pequenos circuitos interpessoais, mesmo que a vida, genericamente falando e como o João refere com subtil ironia – “continue o ritmo normal, sem percalços a nível nacional e mundial”.
3 Estórias Móveis não vem agitar o país nem o mundo.
Mas agitou o autor a ponto da urgência despretensiosa de soltar histórias de vidas guardadas onde todos nós, como peças de puzzle, podemos encaixar um dia, com mais ou menos ajustes.
Faremos bem, em apreciar estas.
E que venham as próximas.
Estas foram as palavras amigas que o Ricardo proferiu no lançamento do livro, ontem!
Obrigado, amigo.
Eu
Não possuímos nada no mundo - pois o acaso pode tirar-nos tudo - a não ser o poder de dizer eu. Nada no mundo nos pode retirar o poder de dizer eu. Simone Weil
terça-feira, setembro 18, 2007
terça-feira, setembro 11, 2007
Condição Solitária da Vida
Somos sós!É uma frase estranha dita no plural... mas é verdade, como conjunto vivemos em comum a experiência que se chama vida. Partilhamos e juntamos mas no final estamos sós.
Nascemos em solidão e morremos cada um na condição solitária como veio a este mundo.
Mesmo vivendo com alguém 365 dias por ano, não podemos negar que estamos sós no universo interior e muitas vezes, no exterior.
Viemos ao mundo sós e dele sairemos, tendo um único que nos ouve no interior e nos vê. Por vezes, o mundo diz-nos que estamos sós e precisamos de muitos amigos e amigas! Sempre em festa mas nao nos diz que esta solidão está mesmo aí no meio de tanta gente.
Esta solidão é que nos julga.
Nascemos em solidão e morremos cada um na condição solitária como veio a este mundo.
Mesmo vivendo com alguém 365 dias por ano, não podemos negar que estamos sós no universo interior e muitas vezes, no exterior.
Viemos ao mundo sós e dele sairemos, tendo um único que nos ouve no interior e nos vê. Por vezes, o mundo diz-nos que estamos sós e precisamos de muitos amigos e amigas! Sempre em festa mas nao nos diz que esta solidão está mesmo aí no meio de tanta gente.
Esta solidão é que nos julga.
segunda-feira, setembro 03, 2007
sexta-feira, agosto 31, 2007
terça-feira, agosto 07, 2007
Hiroshima
Ontem, foi uma efemeride de esperança. Que nunca mais se volte a dar tal destruição. Ninguém imaginou que, um dia, o Homem pudesse destruir tanto e daquela forma. "Jamais plus" ainda nos ecoa este grito "Jamais plus la guerre".
Porque, sabemos, todos, que com a paz tudo se pode fazer e com a guerra nada se faz.
Porque, sabemos, todos, que com a paz tudo se pode fazer e com a guerra nada se faz.
quarta-feira, julho 25, 2007
terça-feira, julho 24, 2007
Arcos - Aborto
Porque não fico admirado por uma grande parte dos hospitais pedirem os serviços da dita entidade? Por falta de capacidade? Será... ai tanta viagem a Cancun...
terça-feira, julho 17, 2007
Arriba España
Mais cedo ou mais tarde, isto explode e voltamos à ibéria. Mas, o melhor foi a "grande e memorável" vitória do Sr. Engenheiro (recordam-se do sr. doutor?) na cidade de Lisboa com uma comemoração repleta de habitantes lisboetas... recomendo a leitura de uma crónica no DN de Hoje http://dn.sapo.pt/2007/07/17/opiniao/os_votos_antonio_costa_enchem_o_esta.html
quinta-feira, julho 12, 2007
quarta-feira, julho 11, 2007
Motivo de Reflexão...
... para quem é católico, ou tem interesse pelo campo eclesial. Deixo os links para puderem aceder a dois documentos, que necessitam uma leitura atenta pois cheios de motivos de reflexão. Marcam, em tempo de férias, algo estranho na caminhada da Igreja e das Igrejas.
http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/documents/rc_con_cfaith_doc_20070629_responsa-quaestiones_po.html
http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/letters/2007/documents/hf_ben-xvi_let_20070707_lettera-vescovi_po.html
Gostava de ver comentários a isto.
http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/documents/rc_con_cfaith_doc_20070629_responsa-quaestiones_po.html
http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/letters/2007/documents/hf_ben-xvi_let_20070707_lettera-vescovi_po.html
Gostava de ver comentários a isto.
segunda-feira, julho 02, 2007
quinta-feira, junho 28, 2007
Gil Vicente
Ó Gloriosa Senhora do mundo
Excelsa princesa do céu e da terra
formosa batalha de paz e de guerra
da Santa Trindade secreto profundo.
Santa esperança Ó Madre d'amor
ama discreta do filho de Deus
filha e madre do Senhor dos Céus
alva do dia com mais resplendor.
E nós que faremos, os salvos por Ela
Nascendo em miséria, tristes pecadores,
Senão tanger palmas e dar mil louvores
Ao Padre, ao Filho e Espírito e a Ela?
Excelsa princesa do céu e da terra
formosa batalha de paz e de guerra
da Santa Trindade secreto profundo.
Santa esperança Ó Madre d'amor
ama discreta do filho de Deus
filha e madre do Senhor dos Céus
alva do dia com mais resplendor.
E nós que faremos, os salvos por Ela
Nascendo em miséria, tristes pecadores,
Senão tanger palmas e dar mil louvores
Ao Padre, ao Filho e Espírito e a Ela?
quarta-feira, junho 27, 2007
O espanto perante a Natureza Humana
De facto, não nos deixamos de espantar perante a Natureza Humana. porém, somente pior é quando esta é nos supostamente próxima. Foi nos supostamente próxima. Surpreender pela positiva ou pela negativa, é algo que não me compete afirmar e nem publicamente. Mas, deixa o seu sabor a amargo e tempo desperdiçado.
Espanta-nos a falta de muita coisa ou a demasia? Nem sabemos, o certo é que fica a incerteza de com quem falamos ou do que nos afirmam. Resta a uma pequena certeza de que fizemos sempre tudo o que devíamos.
Mas, fica-nos o espanto e a surpresa que nos ilumina outras coisas mais. Também é interessante quanto uma surpresa ilumina a realidade e acontecimentos passados.
Espanta-nos a falta de muita coisa ou a demasia? Nem sabemos, o certo é que fica a incerteza de com quem falamos ou do que nos afirmam. Resta a uma pequena certeza de que fizemos sempre tudo o que devíamos.
Mas, fica-nos o espanto e a surpresa que nos ilumina outras coisas mais. Também é interessante quanto uma surpresa ilumina a realidade e acontecimentos passados.
quinta-feira, junho 21, 2007
Flores na Avenida
Se calhar ninguém notou mas a Avenida Braancamp floriu com estas chuvas! De facto, de uma situação má, algo de bonito resultou. Os agapantos e outras pequenas flores deram o ar de sua graça e alegraram-nos a rua.
Se calhar nem todos deram por isso.
Se calhar nem todos deram por isso.
segunda-feira, junho 18, 2007
De volta
Acabaram de me recordar que um blogue tem de ser alimentado. Não tenho tido vontade de escrever...
Vindo de terras algarvias cheias de chuva e mau tempo. Apetecia-me escrever sobre o quão dificil é viver sem nos prendermos, e tão ardua é a tarefa de ser homem mas fico somente com a pena de não ter saltado de paraquedas como tinha previsto.
Dias virão...
Vindo de terras algarvias cheias de chuva e mau tempo. Apetecia-me escrever sobre o quão dificil é viver sem nos prendermos, e tão ardua é a tarefa de ser homem mas fico somente com a pena de não ter saltado de paraquedas como tinha previsto.
Dias virão...
segunda-feira, abril 23, 2007
Qual o estado da França?
Quem vão escolher os franceses? É estranho pensar que a libertária França não vote nos socialistas...
segunda-feira, abril 02, 2007
"tourada"
Semana Santa
Esta semana foi feita para nos colocar a pensar; mesmo os que não são crentes! O que vemos nós? Um processo e uma vida a desenrolar-se para o fim. Vemos opções feitas que se consomem num final destes. Vemos a justiça injusta deste mundo e um homem entregue por causas "maiores". "Mais vale que morra um só..." Vemos políticos injustos ou incapazes "desde aquele momento ficaram amigos (herodes e pilatos)". Vemos o mundo no seu melhor e no seu pior, vemos um homem determinado a falar a verdade e dar testemunho dela. Vemos que o nosso mundo continua igual ao de então. Vemos que a verdade, o bem e gratuidade não têm pagamento neste mundo.
segunda-feira, março 26, 2007
Não quero ser boa pessoa
Não quero ser, quero odiar quem me odeia e desprezar quem não merece. Quero ter segundas e terceiras intenções, quero fazer esquemas e tecer amizades de conveniência. Quero tramar quem é meu concorrente e usar quem me ama. Quero tramar para subir mas...
não consigo.
não consigo.
Deserto - Quaresma
Nunca me considerei uma pessoa espiritual no sentido estrito! Mas, a minha experiência de oração e espiritual foi sempre um deserto; sem feelings especiais ou sentimentos! è um facto nunca ouvi nem senti a presença de Deus, somente um vazio sem resposta! E isso todavia me aflige, não sentir e ouvir; mais ainda, senti-lo longe e mudo. Quedo e mudo. Mas esta fase em que me encontro mais ainda.
Como pessoas que sou, entendo isto numa globalidade do ser; árido para tudo e sem visão. Sinto um grande vazio como um inexistência. Sei que era um mal que poder-me-ia acontecer; quando estamos imbuídos de uma vida totalizante com grandes objectivos e desistimos. Isso acontece mas sinto-me impotente e sem maneira de me libertar das correntes do quotidiano.
Oprime-me não saber o que fazer, as escolhas mal feitas, a teimosia em sonhar o impossível, e ficar preso à realidade mesquinha.
Tudo, por agora é árido e irrita-me.
Como pessoas que sou, entendo isto numa globalidade do ser; árido para tudo e sem visão. Sinto um grande vazio como um inexistência. Sei que era um mal que poder-me-ia acontecer; quando estamos imbuídos de uma vida totalizante com grandes objectivos e desistimos. Isso acontece mas sinto-me impotente e sem maneira de me libertar das correntes do quotidiano.
Oprime-me não saber o que fazer, as escolhas mal feitas, a teimosia em sonhar o impossível, e ficar preso à realidade mesquinha.
Tudo, por agora é árido e irrita-me.
quarta-feira, março 21, 2007
A vida dos craques
"SEIS HORAS A GRAVAR
Ronaldo chegou por volta das 11h30 e só abandonou o edifício do banco já pelas 18 horas e “não se queixou”, disse fonte da produção."
Reprodução de uma notícia num meio de comunicação da nossa praça. Coitado do Ronaldo e quem se queixa neste país? Todos nós trabalhamos e queixamo-nos?
Ronaldo chegou por volta das 11h30 e só abandonou o edifício do banco já pelas 18 horas e “não se queixou”, disse fonte da produção."
Reprodução de uma notícia num meio de comunicação da nossa praça. Coitado do Ronaldo e quem se queixa neste país? Todos nós trabalhamos e queixamo-nos?
segunda-feira, março 12, 2007
Moda Lisboa Março 2007
Num sítio diferente, com outras possibilidades e limitações, a moda lisboa voltou à carga na selecção os estilistas portugueses com arte e alma. Não queria destacar o mau mas continuamos com pitas e pitos a mais e com uma educação no mínimo discutível. Porém, o que não se ganha no berço nem a melhor educação revolve.
No seu melhor, sempre a produção do evento na difícil tarefa de contentar a "gregos e troianos" ou moicanos depende do cabelo.
De resto, as mesmas figuras inaráveis: mulheres com idade avançada de peles à mostra a tentarem serem "cool" gritando em coro com bichas possuídas, pitas correndo como se fossem os saldos, etc etc bichas com bichas porque nessa noite anterior conseguiram entradas pela via da boca, figuras públicas que chegam rodeadas de séquitos incontáveis, estas e outra figuras que fazem o nosso mundo... rosa!
Porém, nem tudo é assim! Os meus parábens ao Filipe Faísca, Ricardo Preto, Maria Gambina, Xaty, e muitos outros. Mas, de modo especial ao José António Tenente e Nuno Baltazar. Já nos habituaram com o seu modo estupendo de surpreender.
No seu melhor, sempre a produção do evento na difícil tarefa de contentar a "gregos e troianos" ou moicanos depende do cabelo.
De resto, as mesmas figuras inaráveis: mulheres com idade avançada de peles à mostra a tentarem serem "cool" gritando em coro com bichas possuídas, pitas correndo como se fossem os saldos, etc etc bichas com bichas porque nessa noite anterior conseguiram entradas pela via da boca, figuras públicas que chegam rodeadas de séquitos incontáveis, estas e outra figuras que fazem o nosso mundo... rosa!
Porém, nem tudo é assim! Os meus parábens ao Filipe Faísca, Ricardo Preto, Maria Gambina, Xaty, e muitos outros. Mas, de modo especial ao José António Tenente e Nuno Baltazar. Já nos habituaram com o seu modo estupendo de surpreender.
sexta-feira, fevereiro 23, 2007
Muitas ideias...muito design
Vale a pena visitar só para vermos a criatividade em acção.
http://www.atypyk.com/
http://www.atypyk.com/
quinta-feira, fevereiro 15, 2007
Desassossegos
quarta-feira, fevereiro 14, 2007
III Ciclo de Música Sacra nas Igrejas da Baixa e Chiado

III Ciclo de Concertos de Música Sacra nas Igrejas da Baixa-Chiado
Organizado pela Unidade Pastoral da Baixa-Chiado
Quaresma – de 25 de Fevereiro a 25 de Março
Todos os Domingos, às 16 horas
25 de Fevereiro, Igreja da Madalena, Coral Vértice
Música para a Quaresma na Europa da Renascença: Duarte Lobo, Tomás Luis de Victoria, Damião de Góis e outros.
4 de Março, Basílica dos Mártires, Voces Caelestes
Stabat Mater a dieci voci e basso continuo de Domenico Scarlatti (1685-1757) e Stabat Mater de João Rodrigues Esteves (C.1700-C.1751)
11 de Março, Igreja da Madalena, Vox Canónica
“O Mistério Doloroso” Peças sobre a Paixão de Cristo da Idade Média até ao séc. XX.
18 de Março, Basílica dos Mártires, Polyphonia Schola Cantorum
Missa Laudate Dominum de Coelis, de Orlando di Lasso (c.1532-1594), e Música Renascentista Portuguesa para a Quaresma
25 de Março, Igreja da Madalena, Quintare
Lamentationes de Giovanni Pierluigi da Palestrina (1525-1594) e excertos do Ofício In coena Domini de autores do séc. XVI (Tomás Luis de Victoria, Frei Manuel Cardoso e outros)
Tempo Pascal – de 15 de Abril a 27 de Maio
Todos os Domingos, às 16 horas
15 de Abril, Igreja da Madalena, Ensemble Vocal Mensura
Messe de Notre-Dame de Guillaume de Machaut (Séc. XIV)
22 de Abril, Basílica dos Mártires, Coro Odyssea
Música Sacra Contemporânea: Jan Jiresek, Gee-Bum Kim e Gonçalo Lourenço.
29 de Abril, Igreja da Madalena, Coro Polifónico Almada
Música Sacra Pascal: do séc. XVI aos nossos dias. De Diogo Dias Melgaz a Anton BrucKner ou Lorenz Maierhofer (1956).
6 de Maio, Basílica dos Mártires, Ensemble Capella Mundi
Música Sacra do Séc. XX: Paul Hindemith, John Tavener, Charles Ives, Heitor Villa-Lobos e Benjamin Britten
13 de Maio, Igreja da Madalena, Coral Vértice
Maria Virgo, Jesus Mater (Obras dedicadas à Virgem Maria, Mãe de Jesus)
20 de Maio, Igreja da Encarnação, Polyphonia Schola Cantorum e Concentus Musicus de Lisboa
Obras de Carlos Seixas (1704-1742) Ardebat Vincentius e Antonio Vivaldi (1678-1741) Gloria entre outras
27 de Maio, Igreja de São Nicolau, Voces Caelestes
Gregorio Allegri (1582-1652)
Miserere
Dieterich Buxtehude (c.1637-1707)
Missa Brevis, Bux WV 114
Johann Sebastian Bach (1685-1750)
Jesu, meine Freude, BWV 227
Organizado pela Unidade Pastoral da Baixa-Chiado
Quaresma – de 25 de Fevereiro a 25 de Março
Todos os Domingos, às 16 horas
25 de Fevereiro, Igreja da Madalena, Coral Vértice
Música para a Quaresma na Europa da Renascença: Duarte Lobo, Tomás Luis de Victoria, Damião de Góis e outros.
4 de Março, Basílica dos Mártires, Voces Caelestes
Stabat Mater a dieci voci e basso continuo de Domenico Scarlatti (1685-1757) e Stabat Mater de João Rodrigues Esteves (C.1700-C.1751)
11 de Março, Igreja da Madalena, Vox Canónica
“O Mistério Doloroso” Peças sobre a Paixão de Cristo da Idade Média até ao séc. XX.
18 de Março, Basílica dos Mártires, Polyphonia Schola Cantorum
Missa Laudate Dominum de Coelis, de Orlando di Lasso (c.1532-1594), e Música Renascentista Portuguesa para a Quaresma
25 de Março, Igreja da Madalena, Quintare
Lamentationes de Giovanni Pierluigi da Palestrina (1525-1594) e excertos do Ofício In coena Domini de autores do séc. XVI (Tomás Luis de Victoria, Frei Manuel Cardoso e outros)
Tempo Pascal – de 15 de Abril a 27 de Maio
Todos os Domingos, às 16 horas
15 de Abril, Igreja da Madalena, Ensemble Vocal Mensura
Messe de Notre-Dame de Guillaume de Machaut (Séc. XIV)
22 de Abril, Basílica dos Mártires, Coro Odyssea
Música Sacra Contemporânea: Jan Jiresek, Gee-Bum Kim e Gonçalo Lourenço.
29 de Abril, Igreja da Madalena, Coro Polifónico Almada
Música Sacra Pascal: do séc. XVI aos nossos dias. De Diogo Dias Melgaz a Anton BrucKner ou Lorenz Maierhofer (1956).
6 de Maio, Basílica dos Mártires, Ensemble Capella Mundi
Música Sacra do Séc. XX: Paul Hindemith, John Tavener, Charles Ives, Heitor Villa-Lobos e Benjamin Britten
13 de Maio, Igreja da Madalena, Coral Vértice
Maria Virgo, Jesus Mater (Obras dedicadas à Virgem Maria, Mãe de Jesus)
20 de Maio, Igreja da Encarnação, Polyphonia Schola Cantorum e Concentus Musicus de Lisboa
Obras de Carlos Seixas (1704-1742) Ardebat Vincentius e Antonio Vivaldi (1678-1741) Gloria entre outras
27 de Maio, Igreja de São Nicolau, Voces Caelestes
Gregorio Allegri (1582-1652)
Miserere
Dieterich Buxtehude (c.1637-1707)
Missa Brevis, Bux WV 114
Johann Sebastian Bach (1685-1750)
Jesu, meine Freude, BWV 227
terça-feira, fevereiro 13, 2007
segunda-feira, fevereiro 12, 2007
Entramos na modernidade
Como disse o nosso muito amado líder, entramos na modernidade... Não ficamos todos satisfeitos por isso? Portugal é um país moderno porque não há ignorância, nem fome, nem desigualdades, nem crise... ontem não houve crise.
quarta-feira, fevereiro 07, 2007
Uma boa notícia
Uma boa notícia no campo cultural, já que tudo o resto é cinzento comos os fatos do Primeiro. A poetisa Ana Luísa Amaral é a vencedora do Prémio Literário Casino da Póvoa, atribuído no âmbito do encontro de escritores de expressão ibérica Correntes d´Escritas, com a obra «A Génese do Amor».
sexta-feira, fevereiro 02, 2007
Uma boa notícia
Um português de seu nome Oliver vai representar o nosso país no International Songwriting Competition na categoria «Folk/Singer Songwriter», com a música «The Party of our Lives»! É boa notícia embora... todos os nomes sejam estrangeiros! É algo peculiar.
Boa campanha
quinta-feira, janeiro 25, 2007
Helen Mirren
terça-feira, janeiro 23, 2007
Não
Como devem imaginar serei um daqueles que votam não, no próximo dia 11 de Fevereiro. Não me move o medo ao inferno nem a obediência partidária. Somente a consciência da vida, de um mundo arbitrário e pouco sensível à vida que se aproxima a partir desta questão. Não acredito numa sociedade assim, onde a vontade de uma se sobreponha à vida.
Bem, para não falar em que apontando para os homens, como parte integrante da fecundação, a vontade do sim vai desresponsabilizar os pais que já tao irresponsáveis são.
"Aqui mando eu" é assustador! Ninguém na sua totalidade posse das capacidades mentais diz isto de leve ânimo.
Porém, no meio disto andam os herodes e os pilatos; políticos que, para sucesso e eleições, entregam a vida ao escrutinio público ou que pura e simplesmente lavam as mãos.
Outro apelam tolamente à tolerância afirmando que ministros de qualquer culto não devem instigar a alguma posição. Perdoem-me, mas o 1º Ministro pode e outras figuras não podem?
Algo há de podre aqui...
Bem, para não falar em que apontando para os homens, como parte integrante da fecundação, a vontade do sim vai desresponsabilizar os pais que já tao irresponsáveis são.
"Aqui mando eu" é assustador! Ninguém na sua totalidade posse das capacidades mentais diz isto de leve ânimo.
Porém, no meio disto andam os herodes e os pilatos; políticos que, para sucesso e eleições, entregam a vida ao escrutinio público ou que pura e simplesmente lavam as mãos.
Outro apelam tolamente à tolerância afirmando que ministros de qualquer culto não devem instigar a alguma posição. Perdoem-me, mas o 1º Ministro pode e outras figuras não podem?
Algo há de podre aqui...
quinta-feira, janeiro 11, 2007
Adições
É estranho quando temos uma adição que não vislumbramos e que, de regra, não é má. Não faz mal a ninguém e satisfaz, mas não deixa de ser um hábito transformado em vício. Mas é bom e não faz mal a ninguém, repito na minha cabeça. Será o amor um hábito?
caminhadas matinais
Tenho de agradecer aos grevista do Metro, as minhas últimas caminhadas matinais. Subir da Baixa até à Castilho é bom quando não chove.
quarta-feira, janeiro 03, 2007
Final de um ano, novo ano
Um final de ano estupendo no Lux. Mais uma vez, e sem surpresa, uma boa festa. As felicitações ao Manuel Reis e amigos (Maria Antónia em especial) pela bela noite de Passagem. Um ano que começou cheio de nevoeiro mas que esperamos que seja bom para todos.
sexta-feira, dezembro 29, 2006
quarta-feira, dezembro 27, 2006
CTT
Não há limite para a falta de vergonha, greve durante esta semana. Direito? Dever? é mais esperteza e falta de tacto para com os seus concidadãos; a última semana do ano sem correio e à merçê de gente sem visão.
Baixa Pombalina em perigo
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=4&id_news=255801
Segundo o Diário Digital há um estudo e programa elaborado por uma TV espanhola com testemunhos de Gonçalo Ribeiro Telles, segundo os quais a baixa está em perigo devido à falta de àgua no seu subsolo. Uma coisa evidente até ao povo "sencillo" e que não estranha com tanto parque de estacionamento e obra. Porém, isto não preocupa a quem de direito, ou seja, as figuras bananas da autoridade. Tantos planos e afinal, tudo vai cair. Não há paciência para este país.
Segundo o Diário Digital há um estudo e programa elaborado por uma TV espanhola com testemunhos de Gonçalo Ribeiro Telles, segundo os quais a baixa está em perigo devido à falta de àgua no seu subsolo. Uma coisa evidente até ao povo "sencillo" e que não estranha com tanto parque de estacionamento e obra. Porém, isto não preocupa a quem de direito, ou seja, as figuras bananas da autoridade. Tantos planos e afinal, tudo vai cair. Não há paciência para este país.
quinta-feira, dezembro 21, 2006
Natal

A todos os meus próximos, desejo um Santo Natal. Que a luz seja mais forte que as trevas...
Chamo-Te
porque tudo está ainda no princípio
E suportar é o tempo mais comprido.
Peço-Te que venhas e me dês a liberdade,
Que um só dos teus olhares me purifique e acabe.
Há muitas coisas que eu quero ver.
Peço-Te que sejas o presente.
Peço-Te que inundes tudo.
E que o teu reino antes do tempo venha.
E se derrame sobre a Terra
Em primavera feroz precipitado.
Sophia Mello Breyner
segunda-feira, dezembro 18, 2006
Música na Madalena
quarta-feira, dezembro 13, 2006
Exposição 60's

Para quem for a Londres, nestes dias de férias, vale a pena ver. Em exibição até 25 de Fevereiro de 2007, uma exposição sobre a moda dos 60's. Quem não se lembra da Mary Quant.
VICTORIA & ALBERT MUSEUM
Cromwell Road, London SW7 2RL
http://www.vam.ac.uk/
Despedidas de Kofi Annan

«Quando a América parece ter abandonado os seus próprios ideiais e objectivos, é natural que os seus amigos no mundo fiquem perturbados e confusos»
«os governos devem responder pelas suas acções, tanto na arena doméstica como na internacional».
Reconhecendo a ameaça global do terrorismo, «contra tais ameaças, nenhuma nação ficará segura através da procura de supremacia sobre todas as outras».
segunda-feira, dezembro 11, 2006
Um fim de semana no tramagal...
quarta-feira, dezembro 06, 2006
Um blogue citadino
http://codigourbano.blogspot.com/ vale a pena visitar, por muitas razões! Mas, uma em especial é a referência a estes designers holandeses: http://www.woutergeense.nl/. Estupendo.
São Nicolau
terça-feira, dezembro 05, 2006
Uma tarde de música portuguesa
quarta-feira, novembro 29, 2006
segunda-feira, novembro 20, 2006
Mozart e Lopes-Graça
sexta-feira, novembro 17, 2006
quarta-feira, novembro 08, 2006
II Ciclo de Música Sacra

Ciclo de Natal – de 19 de Novembro a 14 de Janeiro
Todos os Domingos, às 16 horas
• 19 Novembro, Igreja da Madalena
Coro Lisboa Cantat
Wolfang Amadeus Mozart (1756-1791)
Fernando Lopes Graça (1906-1994)
Polifonia Sacra (sécs. XVI/XVII)
• 26 Novembro, Basílica dos Mártires
Coro Polyphonia – Schola Cantorum
Francisco António de Almeida (1700-1755)
Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)
Carlos Seixas (1704-1742)
• 3 Dezembro, Igreja da Madalena
Coro de Santa Maria de Belém
Johann Michael Haydn (1737-1806)
Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)
• 10 Dezembro, Basílica dos Mártires
Coro Polifónico de Almada
Cânticos de Natal – vários autores
• 17 Dezembro, Igreja da Madalena
Coro Odysseia
Christopher Bochmann (1950) – “Christmas Carols”
• 7 Janeiro, Igreja da Madalena
Coral Audite Nova
Peças de Natal Erudito e Tradicional
• 14 Janeiro, Basílica dos Mártires
Coro Gregoriano
Liturgia Gregoriana da Epifania: Missa e Vésperas
segunda-feira, novembro 06, 2006
Rhytms del Mundo

20 de Novembro marca o lançamento mundial do álbum de fusão entre os músicos do Buena Vista Social Club e vários dos nomes mais sonantes da cena musical inglesa e norte-americana da actualidade.
O disco destina-se a angariar fundos para a organização de defesa do ambiente Artists Project Earth.
Rhythms Del Mundo é uma das mais invulgares formas de colaboração musical dos últimos anos. O disco parte de temas de artistas consagrados do Pop/Rock anglo-saxónico, revistos através das sonoridades afro-cubanas do Buena Vista Social Club.
O álbum conta com uma série de releituras “tropicalizadas” de singles de sucesso mundial. Franz Ferdinand, Coldplay, Kaiser Chiefs, Radiohead, Jack Johnson, Arctic Monkeys, U2, Dido e Sting foram apenas alguns dos nomes que entregaram as suas canções ao projecto, para versões e remisturas.Além da ponte feita entre os Estados Unidos, Cuba e a Grã-Bretanha, Rhythms Del Mundo conta ainda com a participação especial da diva Omara Portuondo, assinando uma deliciosa versão para o clássico “Killing Me Softly”, de Roberta Flack. Outra preciosidade do álbum passa por “As Time Goes By”, revisto por Ibrahim Ferrer, naquela que viria a ser a sua última gravação discográfica. Barbarito Torres, Amandito Valdes, Virgilio Valdes, Angel Terri Domech, Manuel ‘Guajiro’ Mirabal, Orlando Lopez ‘Cachaito’ e Demetrio Muniz (autor dos arranjos) são os restantes músicos do elenco cubano com responsabilidades neste álbum.Rhythms Del Mundo foi trabalhado nos Abdala Studios de Havana, entre Abril de 2005 e Junho deste ano.
O álbum destina-se a angariar fundos para a organização de defesa do ambiente Artists Project Earth, nascida no rescaldo do tsunami que arrasou o sudeste asiático, no Natal de 2004. Todos os artistas que emprestam a sua música a Rhythms Del Mundo apoiam o disco enquanto expressão particular do seu empenho em colocar a música ao serviço de causas justas.
Para mais informação sobre o Artists Project Earth e o destino que irá ser dado às receitas angariadas com este álbum, espreite-se aqui e aqui.
Alinhamento
1. Clocks - Coldplay
2. Better Together - Jack Johnson
3. Dancing Shoes - Arctic Monkeys
4. One Step Too Far - Dido & Faithless
5. As Time Goes By - Ibrahim Ferrer
6. I Still Haven't Found What I’m Looking For - Coco & U2
7. She Will Be Loved - Maroon 5
8. Modern Way - Kaiser Chiefs
9. Killing Me Softly - Omara Portuondo
10. Ai No Corrida - Vanya & Quincy Jones
11. Fragilidad - Sting
12. Don't Know Why - Vanya
13. Hotel Buena Vista - Aquila Rose & Idana
14. The Dark of the Matinee - Coco & Franz Ferdinand
15. High and Dry - Lele & Radiohead
Faixa Bónus16. Casablanca - Ibrahim Ferrer & Omara Portuondo
As várias facetas da morte
Tal como a vida, a morte possui várias facetas, vários nomes e gradações. Seja a morte lenta, morte cerebral, morte social e até morte política. Nesta última inserimos Saddam Hussein; um ditador não morre simplesmente, é morto ou morre politicamente. Porque como figura de estado e fragmentante da sociedade iraquiana, não pode simplesmente morrer.
Tem de ser exemplo e morrer para todos. A "morte" da prisão perpetua não é suficiente para tal figura, esta é uma morte política numa lógica que mais vale perecer um que a nação inteira. Friso que não nenhuma comparação histórica, Deus me livre.
Apenas, percebo racionalmente (se é que é possível racionalizar a pena de morte) as razões da condenação.
Não deixa de criar um amargo de boca nem a sensação de que algo cheira mal naquele reino mas todo o mundo aceita pois um tirano não morre simplesmente.
Mas, por último, a forma de ser morto é horrível. Num mundo como o nosso, enforcar é horripilante, desumano e desonroso. Pois, mesmo que ele como governante o tenha sido, nós "sempre por cima" para não sermos iguais ao dito.
A linha é fraca entre a tirania absoluta e a democrática...
Tem de ser exemplo e morrer para todos. A "morte" da prisão perpetua não é suficiente para tal figura, esta é uma morte política numa lógica que mais vale perecer um que a nação inteira. Friso que não nenhuma comparação histórica, Deus me livre.
Apenas, percebo racionalmente (se é que é possível racionalizar a pena de morte) as razões da condenação.
Não deixa de criar um amargo de boca nem a sensação de que algo cheira mal naquele reino mas todo o mundo aceita pois um tirano não morre simplesmente.
Mas, por último, a forma de ser morto é horrível. Num mundo como o nosso, enforcar é horripilante, desumano e desonroso. Pois, mesmo que ele como governante o tenha sido, nós "sempre por cima" para não sermos iguais ao dito.
A linha é fraca entre a tirania absoluta e a democrática...
quinta-feira, novembro 02, 2006
terça-feira, outubro 31, 2006
Fabulous
Eddy - 'Remember when we could wake up and feel fabulous?'
Patsy - 'Yeah, and without pills.'
Edina, Patsy From the episode - Fat
Patsy - 'Yeah, and without pills.'
Edina, Patsy From the episode - Fat
quinta-feira, outubro 26, 2006
Uma nova igreja em Lisboa...
terça-feira, outubro 24, 2006
quarta-feira, outubro 18, 2006
Uma reacção de direita
numa ministra de esquerda? Sim, recusa falar com ocupantes ilegais do Rivoli. Parece estranho mas vem de um governante de um bloco socialista. Isabel Pires de Lima mostra quanto é socialista este governo... muito pouco social, muito pouco preocupado com os interesses populares mas mais com o que deve ser! São ilegais portanto não falo com eles. Bonito serviço, minha senhora.
Ontem...
não foi sexta-feira 13 mas parecida! O banco disse-me que a avaliação da casa que queria comprar, na baixa de Lisboa, tinha sido "baixa". Não percebo... nem sei que fazer. Estou numa fase mesmo sem saber...
Últimas notícias
A semana passada foi intensa! Entre aniversário, Lux e Moda Lisboa, pouco restou para sobreviver. De realçar a qualidade da Festa do Lux, das pessoas estupendas e som magnifico. Das passereles refiro os desfiles de Tenente, Baltazar e Lanidor. Não esquecendo Maria Gambina ou Luís Buchinho.
O verão traz o mesmo para os homens e a qualidade do brocado para as mulheres.
O verão traz o mesmo para os homens e a qualidade do brocado para as mulheres.
sexta-feira, outubro 13, 2006
A Festa do Ano
Mais uma vez, o Lux nos brindou com uma festa sem limites e estupenda. Problemas existem sempre mas podemos nos prevenir...
quinta-feira, outubro 12, 2006
Moda Lisboa

LISBOAFASHIONWEEK
12/13/14/15 Outubro 2006
Museu da Electricidade
27ª Edição - Verão 07
QUINTA, 12 de Outubro
18h00 - Dino Alves
19h00 - Filipe Faísca
20h00 - Miguel Vieira
21h00 - Katty Xiomara
22h30 - Glória Coelho (Guest Designer)
SEXTA, 13 de Outubro
18h00 - Anabela Baldaque
19h00 - Osvaldo Martins
20h00 - Alexandra Moura
22h30 - Alves/Gonçalves (Off- Location)
SÁBADO, 14 de Outubro
14h30 - Nuno Gama
15h30 - Ricardo Dourado /LAB
16h30 - Ricardo Preto /LAB
17h30 - Pedro Mourão
19h00 - Lanidor
20h00 - José António Tenente
21h00 - Luís Buchinho
22h30 - Ana Salazar
DOMINGO, 15 de Outubro
15h00 - Lara Torres /LAB
16h00 - Aforest-design /LAB
17h00 - Aleksandar Protich /LAB
18h00 - Lidija Kolovrat
19h00 - Nuno Baltazar
20h30 - Maria Gambina
terça-feira, outubro 10, 2006
Aniversário
Diane
Está cá em Lisboa, por ocasião da Moda Lisboa e hoje pela manhã dá uma conferência sobre a sua vida e marca. Deixo aos interessados o site para cheirarem melhor esta figura incontornável da moda. www.dvf.comMas cito um pouco da sua biografia:
Belgian born Diane von Furstenberg made fashion history with her signature jersey wrap dresses upon her arrival in New York City in 1972. Presently, the internationally-recognized DVF brand encompasses fashion, fine jewelry, accessories, cosmetics and fragrance. DVF, the collection, is sold in the most exclusive retail stores in over 50 countries including in the freestanding Diane von Furstenberg the Shop in New York, Los Angeles, Miami, London, Paris, Hong Kong, and Antwerp. Her headquarters in New York City’s meatpacking district also include a theater space which has become a center for creativity and a launch pad for young artists.
sexta-feira, outubro 06, 2006
Casa à vista....
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