quarta-feira, novembro 29, 2006

Stockmarket


Como dizem, um mercado de perder a cabeça!

segunda-feira, novembro 20, 2006

Mozart e Lopes-Graça


Ontem, na Igreja da Madalena, ouvimos mais uma vez os acordes do Requiem de Mozart! Com tanta gente, que a igreja mostrou-se pequena. Só podemos agradecer ao coro e aos seus maestros, a estupenda presença e voz.

quarta-feira, novembro 08, 2006

II Ciclo de Música Sacra














Ciclo de Natal – de 19 de Novembro a 14 de Janeiro
Todos os Domingos, às 16 horas

• 19 Novembro, Igreja da Madalena

Coro Lisboa Cantat
Wolfang Amadeus Mozart (1756-1791)
Fernando Lopes Graça (1906-1994)
Polifonia Sacra (sécs. XVI/XVII)

• 26 Novembro, Basílica dos Mártires

Coro Polyphonia – Schola Cantorum
Francisco António de Almeida (1700-1755)
Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)
Carlos Seixas (1704-1742)

• 3 Dezembro, Igreja da Madalena

Coro de Santa Maria de Belém
Johann Michael Haydn (1737-1806)
Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)

• 10 Dezembro, Basílica dos Mártires

Coro Polifónico de Almada
Cânticos de Natal – vários autores

• 17 Dezembro, Igreja da Madalena

Coro Odysseia
Christopher Bochmann (1950) – “Christmas Carols”

• 7 Janeiro, Igreja da Madalena

Coral Audite Nova
Peças de Natal Erudito e Tradicional

• 14 Janeiro, Basílica dos Mártires

Coro Gregoriano
Liturgia Gregoriana da Epifania: Missa e Vésperas

segunda-feira, novembro 06, 2006

Rhytms del Mundo


20 de Novembro marca o lançamento mundial do álbum de fusão entre os músicos do Buena Vista Social Club e vários dos nomes mais sonantes da cena musical inglesa e norte-americana da actualidade.
O disco destina-se a angariar fundos para a organização de defesa do ambiente Artists Project Earth.
Rhythms Del Mundo é uma das mais invulgares formas de colaboração musical dos últimos anos. O disco parte de temas de artistas consagrados do Pop/Rock anglo-saxónico, revistos através das sonoridades afro-cubanas do Buena Vista Social Club.
O álbum conta com uma série de releituras “tropicalizadas” de singles de sucesso mundial. Franz Ferdinand, Coldplay, Kaiser Chiefs, Radiohead, Jack Johnson, Arctic Monkeys, U2, Dido e Sting foram apenas alguns dos nomes que entregaram as suas canções ao projecto, para versões e remisturas.Além da ponte feita entre os Estados Unidos, Cuba e a Grã-Bretanha, Rhythms Del Mundo conta ainda com a participação especial da diva Omara Portuondo, assinando uma deliciosa versão para o clássico “Killing Me Softly”, de Roberta Flack. Outra preciosidade do álbum passa por “As Time Goes By”, revisto por Ibrahim Ferrer, naquela que viria a ser a sua última gravação discográfica. Barbarito Torres, Amandito Valdes, Virgilio Valdes, Angel Terri Domech, Manuel ‘Guajiro’ Mirabal, Orlando Lopez ‘Cachaito’ e Demetrio Muniz (autor dos arranjos) são os restantes músicos do elenco cubano com responsabilidades neste álbum.Rhythms Del Mundo foi trabalhado nos Abdala Studios de Havana, entre Abril de 2005 e Junho deste ano.
O álbum destina-se a angariar fundos para a organização de defesa do ambiente Artists Project Earth, nascida no rescaldo do tsunami que arrasou o sudeste asiático, no Natal de 2004. Todos os artistas que emprestam a sua música a Rhythms Del Mundo apoiam o disco enquanto expressão particular do seu empenho em colocar a música ao serviço de causas justas.
Para mais informação sobre o Artists Project Earth e o destino que irá ser dado às receitas angariadas com este álbum, espreite-se aqui e aqui.

Alinhamento
1. Clocks - Coldplay
2. Better Together - Jack Johnson
3. Dancing Shoes - Arctic Monkeys
4. One Step Too Far - Dido & Faithless
5. As Time Goes By - Ibrahim Ferrer
6. I Still Haven't Found What I’m Looking For - Coco & U2
7. She Will Be Loved - Maroon 5
8. Modern Way - Kaiser Chiefs
9. Killing Me Softly - Omara Portuondo
10. Ai No Corrida - Vanya & Quincy Jones
11. Fragilidad - Sting
12. Don't Know Why - Vanya
13. Hotel Buena Vista - Aquila Rose & Idana
14. The Dark of the Matinee - Coco & Franz Ferdinand
15. High and Dry - Lele & Radiohead

Faixa Bónus16. Casablanca - Ibrahim Ferrer & Omara Portuondo

As várias facetas da morte

Tal como a vida, a morte possui várias facetas, vários nomes e gradações. Seja a morte lenta, morte cerebral, morte social e até morte política. Nesta última inserimos Saddam Hussein; um ditador não morre simplesmente, é morto ou morre politicamente. Porque como figura de estado e fragmentante da sociedade iraquiana, não pode simplesmente morrer.
Tem de ser exemplo e morrer para todos. A "morte" da prisão perpetua não é suficiente para tal figura, esta é uma morte política numa lógica que mais vale perecer um que a nação inteira. Friso que não nenhuma comparação histórica, Deus me livre.
Apenas, percebo racionalmente (se é que é possível racionalizar a pena de morte) as razões da condenação.
Não deixa de criar um amargo de boca nem a sensação de que algo cheira mal naquele reino mas todo o mundo aceita pois um tirano não morre simplesmente.
Mas, por último, a forma de ser morto é horrível. Num mundo como o nosso, enforcar é horripilante, desumano e desonroso. Pois, mesmo que ele como governante o tenha sido, nós "sempre por cima" para não sermos iguais ao dito.
A linha é fraca entre a tirania absoluta e a democrática...

quinta-feira, novembro 02, 2006

H&M



Dia 9 de novembro na H&M, colecção de Viktor and Rolf. www.hm.com